Olá Matilha Alfa
O bate-papo hoje é
sobre ARMA DE VINGANÇA do Danilo Barbosa.
Esse livro, para
mim, foi uma verdadeira aventura.
A época do
lançamento, aqui na “Cidade Maravilhosa”, eu me encontrava em um perrengue
financeiro, que me impossibilitou de comprá-lo... Fiquei com uma água na
boca... Foi tão triste... Mas a pesar disso, o querido Dan presenteou-me com o
maravilhoso marcador. Ele não é interesseiro, pelo contrário; tem um coração
muito maior que ele. Ganhou um milhão de pontos comigo, nesse dia.
No final do mês
passado, minha amiga Alfa Gabi (minha avó já dizia que quem tem amigo, não
morre pagão, e eu não morro mesmo, kkk) ganhou o Arma num sorteio. Eu mais do
que depressa, corri no imbox e pedi, se ela não poderia me dar, já que eu sabia
que ela tem o livro (não custava tentar, kkk). Na mesma hora ela topou (é claro
que eu ofereci dar-lhe outro, lógico, kkk). Mandamos mensagem pro Dan: ela
escrevia; eu escrevia; Dan respondia... Manda endereço... Troca mensagem...
Manda mensagem... Até que finalmente o carteiro me entregou. Lindamente
autografado.
Eu na minha loucura
de dias curtos, nunca achava o momento certo de encarar a Vingança. Até que
quinta-feira passada tive uma maratona na rua. Arma foi pra dentro da bolsa,
devidamente acomodado juntamente com o marcador (o brilhoso ficou em casa
esperando pelo livro, evidentemente. Vai que eu perco? Eu surtava, kkk).
As 9h embarquei no
ônibus, chegando as 10h (interrompe-se a leitura) ao meu primeiro destino. Até
aí tudo bem. A história de nossa heroína estava apenas se desenhando;
mostrando-me sua personalidade doce, mas decidida. As 11h embarco em outro
ônibus e retomo a leitura, interrompendo-a novamente as 12h. Aí as coisas
começaram a se complicar; já descobri a primeira maldade que Ana sofreu. Droga,
tive que descer do ônibus...
As 13h30 retorno a
história da Ana. Curiosidade me remoendo... No meio do caminho eu paro e xingo
o Danilo muito. Mas muito mesmo. Fiquei por conta. Como ele podia ser tão
malvado? Coitadinha da Ana. Revoltei-me! Fechei o livro.
Vou parar de ler.
Não é mesmo o tipo de livro que gosto... Vou pegar um florzinha, que acabei de
comprar no sebo da Carioca (estava fraquinho nesse dia; só trouxe 5 florzinhas,
por R$2,00 cada).
Mas e a Ana? Como é
que vai acabar essa situação? E a vingança? Raio de pessoa mais curiosa, que
não consegue abandonar um livro, no qual a pobre da personagem sofre o pão que
o diabo amassou com os pés? A culpa é do Danilo! Como é que ele consegue me
deixar com o coração descompassado e a adrenalina a mil? Xingo Danilo mais
algumas vezes e reabro o livro, sob protestos veementes. E você acha que acabou
aí? Que nada; a pobre ainda sofreria mais até o derradeiro ponto de ruptura.
Até o ponto exato em que ela deixaria a ingenuidade e o romantismo, enterrados
de uma vez por todas, dentro de uma cova bem funda.
Nesse ponto a minha
ansiedade já estava nas alturas. Já tinha até esquecido que estava a duas
horas, sentada numa cadeira extremamente desconfortável, rodeada de gente
reclamando, ao mesmo tempo, de um atendimento que não saia do lugar. Ana então
traça seu plano de vingança. Mas você pensa que Danilo conta logo isso? Que
nada. O malvadão vai nos brindando com o planejamento, em doses homeopáticas.
Não dá pra adivinhar, por que se tem uma coisa que Arma de Vingança com certeza
não tem, é a previsibilidade. Nada nesse livro é previsível. Mesmo depois que
ela concretiza sua vingança, com todos os requintes de crueldade, aos quais ela
foi submetida; Danilo nos brinda com um epílogo surpreendente. Isso às16h, e eu
ainda aguardava o atendimento.
Dan você se tornou
meu Divo literário. Sim por que se tem algo que admiro muito num escritor, é o
respeito que ele tem por seus personagens. Danilo Barbosa teve um enorme
respeito pela Ana, principalmente. Desenhou uma personagem forte e batalhadora,
mas sem deixar a meiguice e o romantismo de lado, permanecendo fiel aos seus
amigos. No momento em que Ana se transformou na Arma de Vingança para
concretizar seus objetivos, ela teve a frieza necessária, porém sem abandonar
completamente o medo, que o tornava humana, mas sabendo ocultá-lo precisamente,
como aprendeu com a vida.
Quando falo do
epílogo surpreendente, refiro-me que o escritor poderia optar pelo previsível,
mas aí desrespeitaria a mulher que Ana se tornou, depois de tudo pelo que
passou. Pelo contrário, o final é pertinente e condizente a quem ela se
transformou: “Que entregou de bandeja, ao Diabo, dois seres cheios de
escuridão, para que possa brincar”.
Ficou
curioso/curiosa? Pois fique sim, por que você vai se surpreender com esse
triler enérgico e respeitosamente bem descrito de Danilo Barbosa.
Beijinhos e até!


Ola tudo bem? Eu sou uma fã das tuas histórias, eu seguia o teu outro blog de fics jemi,mas deixou de estar disponível para ler,só para leitores convidados será que 3 possível você me dar essa permissão, eu adoro e adorava reler todas as tuas fanfics sobre jemi... Por favor
ResponderExcluirOla tudo bem? Eu sou uma fã das tuas histórias, eu seguia o teu outro blog de fics jemi,mas deixou de estar disponível para ler,só para leitores convidados será que 3 possível você me dar essa permissão, eu adoro e adorava reler todas as tuas fanfics sobre jemi... Por favor
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